J

J. aos 9 anos apresentava grande diferença no comprimento e diâmetro do braço e perna direita, com movimentos significativamente alterados.
Através da massagem neurológica pode-se constatar que havia compressão neurológica, desencadeada pelo sistema de defesa neuromuscular, fazendo compressão sobre os vasos sanguíneos desta região cerebral, o que ocasionou o AVC (acidente vascular cerebral), desviando os padrões anatômicos de J.
Os profissionais da medicina não quiseram fazer a cirurgia por considerar o caso de J. de alto risco, devido à profundidade da região cerebral.


As complicações de J. foram comprovadas pelos seguintes exames médicos:
Tomografia computadorizada crânio-encefálica - realizada no Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre.
Tomografia Computadorizada Cerebral - realizada no Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
Eletro-encefalograma - realizado pelo Laboratório de Fisiologia Clínica, serviço de eletroencefalografia de Porto Alegre/RS.
Ressonância magnética - realizada no Hospital Moinhos de Vento.
Angiografia cerebral bilateral - exame realizado no Hospital Moinhos de Vento.

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tomografia cerebral1
tomografia cerebral2
tomografia cerebral2
laudo tomografia
eletro-encefalografia
Eletroencefalograma (laudo de 19/03/99)
EEG obtido em vigília, feita a prova de Hiperpnéia Voluntária Comandada (HVC), evidencia:
Frequência dominante posterior é Alfa constituída por ondas de 8 a 10Hz, de 20 a 90 uv, bem moduladas em amplitude e frequência, irregularmente assincrônicas e assimétricas, sinusoidais e complexas. Reação de atenuação parcial bilateralmente.
Ondas lentas de 4 a 7 Hz, de 20 a 40 uv, difusas, ritmo rápido de 14 a 30 Hz, de 10 a 20 uv, difuso.
Na HVC houve o registro de ondas de 3,5 a 4 Hz até 200 uv, à esquerda.
Conclusão:
EEG em vigília evidencia traçado de base compatível sendo registrado surto de ondas lentas à esquerda ativado pela HVC.
ressonância magnética

angiografia cerebral bilateral Angiografia cerebral lateral (laudo):
Estudo angiográfico efetuado por cateterismo seletivo das artérias carótidas internas através de punção femoral direita.
Não há sinal de aneurisma, malformação artério-venosa ou outra anormalidade vascular. A lesão descrita em estudo tomográfico computadorizado e ressonância magnética não sofre impregnação, o que favorece a hipótese sugerida de tratar-se de angioma cavernoso.

Porém o drama que J. viveu foi antes de ser tratado pelo método Massoprévent de Irma Serafini, e hoje ele está no exército!